quarta-feira, 28 de agosto de 2013

croki

1 + 1 Alargamentos - cemitério de Canas.

O alargamento do cemitério não foi consensual, tão pouco se percebeu a solução encontrada pela câmara e junta para a quase total ocupação do cemitério.
 
Polémicas à parte na discutível obra, elas parecem continuar, agora com a obra em execução.
 
Feitas as fundações e construídos os alicerces em betão para levantar os muros com blocos, o alicerce do lado da rua do sobreirinho foi removido e feita nova fundação com alteração, o muro passou a ser em linha reta em continuação do existente, ocupando parte da rua.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

PDM-Junta-IC37

O período de discussão pública iniciou-se em 16 de julho e decorre até ao dia 26 de Agosto

Diário da República, 2.ª série — N.º 129 — 8 de julho de 2013                                    21385 


 
Os PDM-Plano Diretor Municipal, têm uma vigência mínima de 10 anos, findo os quais, se pode proceder à sua revisão. O de Nelas ainda em vigor foi aprovado em 1993 e a Câmara deliberou em 2003 iniciar a sua revisão e atualização, o que significa na pratica uma vigência de 20 anos.
  
IC12 – câmara e junta adotam a ligação do IC12 ao centro de Canas através de um troço entre a estrada da póvoa e o caminho do matadouro com saída na av. da igreja.
JUNTA RASGA (!?) “O caderno de encargos”
 

Ligação do Casal à Av. da Igreja
 
Ligação IC12 -rot.boiça-casal-caminho matadouro-av.igreja
IC 37 estrada de ligação Viseu-Seia– Câmara escolhe a solução 2 , como se pode ver, a opção tomada causa um irreparável prejuízo a Canas, concretamente no acesso ao parque industrial da ribeirinha, ao contrário, em Nelas lado nascente, fica dotado de uma rede de estradas que privilegiam o parque industrial .
 
areas condicionantes do IC12 e do IC 37
Também as Termas das Caldas da Felgueira que na solução 1 ficariam com um nó entre o Folhadal e o Vale do gato, fica claramente prejudicada pela solução 2, que prevê o nó entre Senhorim e as Carvalhas, levando o acesso à Felgueira a fazer-se por uma estrada sinuosa à beira-rio.
 

Este importantíssimo instrumento de gestão do território municipal, devia ser incentivado a sua consulta, discussão e propostas a apresentar à Cãmara Municipal.

Não se compreende o alheamento e silêncio da Junta de Freguesia, o documento em causa é mais importante que o orçamento anual da Cãmara, ele pode ditar o atraso e subdesenvolvimento da área da freguesia de Canas no periodo de 20 anos.
 
Obs: não esqueçam que um qualquer terreno que era urbano pode ter passado a REN (reserva ecológica nacional) ou RAN (reserva agricola nacional)

IC 37 (ações anteriores)
soução 2 para o IC37
câmara metralha parecer do IC37
traçado do IC37 solução 1 ou 2

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

31 de "VETO"

Há 10 anos o Presidente da República colocava um ponto final à criação do concelho de Canas, votada em assembleia da republica em 1 de julho de 2003.
Fê-lo no último dia que a lei lhe conferia, depois de grandes festejos da população que festejava diariamente o culminar de uma legítima aspiração de ver restaurado o concelho. O então presidente da república justificava o veto com a necessidade de elaborar um livro branco (?!!), etc.
Ao fim de 10 anos o livro está mesmo branco, sem qualquer palavra, Canas viu as suas aspirações frustradas e pior que isso, os recursos municipais continuaram a privilegiar a sede do concelho – Nelas.
 
Enquanto o Presidente da Republica tomava uma decisão injusta e parcial (para Vizela procedeu diferente), em Canas o porta-voz do MRCCS e presidente da Junta, deu continuidade a esse caminho aliando-se à câmara e contribuindo para um manter a desigual e discriminatória distribuição de recursos.

domingo, 28 de julho de 2013

Freguesia sem dinheiro?

Em julho de 2009 a Junta de então executava obras na vila. A intervenção da autarquia fez-se sentir em 4 obras:
1-Pavimentação de ruas e passeios no Bairro Dr. Tiago Marques;
2-Repavimentação da Rua da Estrada (junto ao quartel dos Bombeiros),
3-Pavimentação de passeios na Rua Tiago Marques
4- Ajardinamento da rotunda da Boiça Obras financiadas na totalidade pela Freguesia

Obras financiadas na totalidade pela Freguesia

rotunda da boiça

rotunda da boiça




 


bairro Tiago Marques (pavimentação)


bairro Tiago Marques (pavimentação)

pavimentação passeios rua Tiago Marques

quinta-feira, 25 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

STOP 1-parque industrial; 2–centro escolar; 3– estrada de ligação à rot.boiça

‘… o presidente da junta quer, a junta quer, o povo de canas quer…e, baboso…’

A câmara fez uma das suas reuniões ordinárias em 9-7-2013 com a presença de 9 pessoas do público no edifício da junta de freguesia em Canas.
 
Aberta a sessão a Sra. Presidente informou que a reunião era pública para possibilitar o esclarecimento ou colocação de alguma questão ao executivo por parte do público.
Dos assuntos tratados com interesse para Canas, a câmara deliberou adquirir 50 livros “Não venhas tarde” , encargo que vai reverter a favor do “canto e encanto”
 
Também que vai proceder à cerimónia de escritura de um pavilhão para a associação do Rossio e dar seguimento a uma decisão da associação que dá o pavilhão velho à câmara e de seguida, a câmara, fará a transferência para a Junta de Freguesia. Aumento taxas industriais de cerca de 60 para 200 € por imperativo legal.
 
 
Dada a palavra ao público, houve 1 elemento que colocou as seguintes questões:
1- Parque Industrial da Ribeirinha – Pretendia saber qual a intenção da câmara, se tinha desistido do parque, porque não se vê qualquer intervenção, nomeadamente das infraestruturas em falta e atualmente estão lá milhares de toneladas de resíduos?
2- A câmara vai ou não construir o centro escolar de Canas, é sabido que os alunos da área de nelas têm melhores condições que os da área de Canas, inclusive e por exemplo, os de Canas praticam educação física num ginásio de areão e quando o tempo permite.
3-Existia no Plano de Obras da câmara uma estrada que ligava a zona do cemitério à rotunda da Boiça, esta obra já não consta, pergunto: a câmara desistiu de a fazer?
 
Um elemento do público chamou de imediato baboso à pessoa que acabou de colocar as questões à câmara, atitude de desrespeito e incapacidade de entender o direito que assiste ao público de livremente fazerem as perguntas.
 
O vereador Marques começou a responder à 1ª questão dizendo que ele queria cá os industriais, que os outros não queriam em voz alta e agitada, o autor da questão disse-lhe que não foi essa a pergunta; respondeu que era para fazer uma introdução, mas o elemento que questionou voltou a dizer-lhe para responder à pergunta, que não percebia o porquê daquele discurso; queria apenas a resposta sobre o parque industrial, o senhor vereador, cada vez mais irritado, disse ao interlocutor para apontar as obras que as outras câmaras fizeram,
a este desafio o elemento do público respondeu que estava a fazer a pergunta à atual câmara e que mais uma vez não via relação entre a pergunta e o que o senhor vereador dizia,
continuou a falar a dizer que fez as rotundas e  não queriam que se fizessem obras etc., o interlocutor voltou a dizer-lhe que a cassete era velha, que o que pretendia era apenas a resposta á pergunta.
O vereador continuou a dizer que a preocupação e a urgência foram as rotundas por causa das mortes que houve, o interlocutor observou: viu-se, por isso é que começaram logo, então o vereador acrescentou que não começaram, mas colocaram placas para limite de velocidade. Finalizou dizendo que para informação desse senhor, a câmara vai alugar uma máquina para reciclar os resíduos do parque e transformá-los para utilizar nos caminhos florestais de Canas.
 
Tomou a palavra a presidente da câmara para responder às outras duas perguntas, em tom normal e de esclarecimento.
Sobre o-centro escolar de Canas, que era contra os centros escolares etc, que estava por provar que os alunos tinham melhores resultados, etc, o autor da pergunta comentou: mas fez em nelas.
A presidente disse que era uma opinião pessoal e que em Canas, para já não se ia fazer, não estava programado, porque o presidente da Junta e a junta não queriam.
 
Sobre a estrada prevista entre a rua da estação junto ao cemitério e a rotunda da boiça, ela não consta porque como disse na resposta anterior, tudo se faz de acordo com o presidente da junta e a junta e esta não entendeu nesse sentido.
Um vereador ainda quis falar sobre estas 2 questões, mas o interlocutor disse à presidente que estava esclarecido.
 
O presidente da junta, que estava no corredor, entrou na sala bastante agitado com uma palete de água e distribuiu pelos presentes com exceção do elemento que fez as perguntas, de seguida retornou à sala e sem que lhe fosse dada a palavra, interrompeu para dizer: “ O presidente da junta quer, a junta quer, o povo de canas quer …e que se ia candidatar à junta, que apoia a câmara e era assim…“ Esta declaração motivou uma salva de palmas da maioria da câmara .
 
Finda a reunião o senhor presidente da junta não se conformava por terem dado a palavra ao público, dirigindo-se para a presidente e vereadores a dizer que não tinham nada que conceder a palavra, que não era pública e pronto…