domingo, 17 de Janeiro de 2010

Câmara Municipal de Nelas “mascara” Av. Dos Bombeiros

pavé para cobertura de rejeitados





Numa acção “sui generis” a Câmara Municipal de Nelas, recorrendo à colocação de pequenos blocos de “pavé”, trata a contaminação da Av. dos Bombeiros, ocultando sem eficácia as centenas de toneladas de rejeitados de urânio, utilizados como aterro quando da construção daquela via.

A utilização daquele material pela câmara teve a autorização da antiga ENU, que actualmente deu lugar à EDM, empresa cujo principal objectivo é a descontaminação das zonas uraniferas.

Esta empresa responsável pela descontaminação da “barragem velha” chegou a assumir a contaminação e a admitir intervir na via e qualquer outro lugar de Canas em que tivessem usado esses materiais, declarações efectuadas publicamente em sessão de apresentação do plano de trabalhos de descontaminação da “barragem velha e monte de Sta- Barbara”, ocorrida em -2 de Março de 2006-no auditório da escola C+S, que juntou antigos dirigentes da ENU, dirigentes e técnicos da EDM, Câmara de Nelas (poluidor), Universidade de Coimbra e Presidente da Junta.
Apesar de todos os esforços, até da anterior Junta de Freguesia, a empresa lavou as mãos, empurrando toda a responsabilidade para o autor material da contaminação -Câmara Municipal de Nelas, assim o reforçou numa recente entrevista a um jornal local.

Se da Câmara Municipal de Nelas, o assunto, teve o tratamento a que habituou Canas,
da EDM, uma empresa pública tutelada pela administração central do Estado, esperava-se mais sensibilidade e respeito para com as vidas das pessoas que se encontram a habitar a área.

Ao contrário do que alguns quadros da empresa diziam, a EDM não deixa qualquer saudade e o que fez foi fruto da pressão do Povo de Canas, em circunstâncias especiais.

quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

JUNTA@NET fechou antes de abrir?




Os espaços internet foram uma bandeira do governo através do financiamento aos municipios.
As Freguesias através da sua associação ANAFRE, conseguiram aceder a um fundo que previa a criação de um espaço semelhante, destinado a funcionar em horários pós-laboral, entre as 18,30 e as 23 horas.

Era um programa financiado a 75 % do material informático, em número de computadores de acordo com os seus habitantes.
O espaço situado junto ao mercado, ainda tem os reclamos, mas a sala foi despojada de todo o equipamento.

Estará na “forja” a cobertura wireless da freguesia?

Terá esta mais-valia antes de Nelas?

quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

ABANDONO DEFINITIVO de opção industrial?

Parque Industrial da Ribeirinha em Canas de Senhorim

Em Julho de 2009 na vitrine da Junta situada no jardim 2 de Agosto (junto ao correio), a Junta alertava para o desinteresse da câmara municipal de nelas, em investir no parque dotando-o de condições iguais ou semelhantes aos parques I e II (estes situados em nelas e junto ào ecocentro) e referia também o desinteresse manifestado por um dos elementos da Junta(salvo erro o presidente).



A época de pré-campanha eleitoral para as autárquicas 2009, levou a interpretações dispares, vingando a ideia de interesse eleitoral dos autores.


Denunciava-se então, a recusa da câmara em ativar o parque, a pedido de instalação de firma e a junta, a propôr estrategicamente à câmara, a disponibilização de uma verba para obras,


Responsáveis da Câmara e da Junta, tinham estas declarações, aos jornais Folha do Centro e Planalto(ambos de nelas), em 24-03-2009 e 30.06.2009, respectivamente

Actualmente, Canas vê repetido o acto, a Câmara volta a negar disponibilização de terreno no parque industrial da ribeirinha-Zona industrial III, a uma firma sediada em Canas(Beiracer), desta vez, ANULA o lote nº 14 concedido em 12 de Novembro 1996 e atribui novo espaço na sua Zona Industrial I de NELAS em reunião de 10.11.2009.

Até à data não vimos qualquer reacção dos representantes eleitos de Canas, apenas, honra seja feita, ao post colocado no blog canasempeso da autoria de @Manuel Henriques


Zonas Industrial III
A Zona Industrial n.º 3 localiza-se na freguesia de Canas de Senhorim e de acordo com o P.D.M. apresenta uma área comcerca de 54ha. Existe um Plano de Pormenor

quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

NOVA JUNTA TOMOU POSSE (autárquicas 2009)


A instalação da Assembleia de Freguesia e a eleição dos membros da Junta de Freguesia, efectuou-se em 18.10.2009, domingo, e a convocação da sessão ocorreu no mais absoluto sigilo, a convocatória de duvidosa formalidade foi efectuada de tractor na sexta-feira à tarde dia 16.10.2009, sem protocolo ou carta com aviso de recepção. Tal trapalhada, obedeceu ao método de funcionamento do presidente da junta, que por informações, estava farto de sofrer, com a “marcação” dos seus colegas, a questionarem constantemente o seu comportamento de ligação à câmara de nelas.
A sessão, pobre e doentia, teve a abstenção dos elementos eleitos pelo CIM e durou pouco mais de meia hora. Presente o habitual numero de pessoas que acompanham o reeleito presidente da junta.

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

ESCOMBREIRA DA AV. Dos Bombeiros Voluntários









Imagens das terras remexidas vindas directamente das escombreiras da Urgeiriça, centenas de toneladas de rejeitados da extracção e lavagem do urânio, que serviram de aterro a esta via e que a EDM e a CÂMARA MUNICIPAL DE NELAS, teimam em não assumir a responsabilidade e requalificarem ambientalmente esta zona residencial de Canas.

Imagens também do circuito pedreste de percurso feito pelas crianças do Jardim de Infância Girassol para a escola do 1º ciclo da feira em Canas de Senhorim.

Será isto a requalificação, com a SELAGEM DAS TERRAS POLUIDAS COM MUROS DE BLOCOS?

Que gente é esta que não dá valor à saúde e à vida

sábado, 12 de Setembro de 2009

SURPRESA OU TALVEZ NÃO!


Dão-se alvíssaras a quem descobrir quem é este senhor, de costas e envergonhado,

Também onde está e o que o levou lá, vamos dar uma ajuda, foi em Junho de 2008

terça-feira, 14 de Julho de 2009

ENFIM A CASA DA CULTURA ??


Depois de 3 anos consecutivos com a promessa em orçamento, vai ser anunciado o protocolo de construção da casa da cultura.
Este protocolo, intenção de construir, é possível, segundo informações, pela cedência de um terreno à câmara pelo GDR, junto à Junta de Freguesia.
Desta forma está justificado o motivo da não construção da tão almejada
Casa pela câmara, que só não construiu por falta de terreno.
Sabe-se contudo e é público, que a Junta tinha cedido desde o início o espaço envolvente da sua sede e a utilização do espaço agora indicado para estacionamento. Outro espaço apontado era a antiga casa do Frazão e respectiva quinta, que se estendia desde a Rua do Paço à Rua D. Olivia Barbosa Reis (fojo); esta opção salvaguardava a àrea arqueológica destruida pela construção do loteamento existente.
Esperamos ver o projecto, que em principio terá salas de exposições permanente e temporária, e ainda um auditório com pelo menos 200 lugares.